Os
simulados ABTL são instrumentos de preparação
constante do PIE - Plano Integrado de Emergência dos Terminais
de Líquidos. E servem para:
1) AVALIAR CONSTANTEMENTE a estrutura do atendimento a emergências
de cada terminal e do Plano Integrado de Emergência.
2) Preparar técnica e psicologicamente os envolvidos,
para situações de emergência com graus crescentes
de complexidade e de "imponderabilidade".
OS EXERCÍCIOS TRABALHAM SITUAÇÕES CONSIDERADAS
ESTATISTICAMENTE QUASE IMPOSSÍVEIS.
Um exemplo disso foi o simulado de 31/05/2000, em que um balão
cairia sobre um terminal, onde um vento em diagonal "o empurraria"
para debaixo do setor de mangotes - canos usados para abastecer
os tanques com líquidos.
SITUAÇÃO MUITO IMPROVÁVEL DE ACONTECER.
Para aumentar a dramaticidade da emergência, após
o operador dar combate ao balão com canhões de água,
aparece outro balão (estatisticamente também quase
impossível). E o operador sofre um infarto durante a segunda
operação de combate sofre um enfarto.
SIMULADOS DE "ALTO STRESS"
Essa inovação funciona como PREPARO para situações
de emergências prováveis e também não-previsíveis.
E o aval de que a ABTL e o PIE estão certos nessa linha
de seriedade e responsabilidade, veio algum tempo após
esse simulado, quando caiu um balão no local exato onde
tinha sido feito o exercício.
Algumas opiniões da Imprensa sobre a ABTL e o PIE:
"... as instalações situadas na Baixada estão
entre as mais seguras do País, com a aplicação
da mais alta tecnologia e dos mais avançados conceitos
de proteção ao meio ambiente.'
"...dos 284 acidentes e incidentes registrados este ano no
Estado, a maior porcentagem foi provocada por navios e caminhões,
fora dos terminais."
A Tribuna, 22/12/99
"'O trabalho mostrou que as brigadas de incêndio das
empresas atuaram com agilidade e de forma integrada ao Corpo de
Bombeiros', disse a capitão Vitória Rita Hollandes,
comandante do 1º Subgrupamento de Bombeiros do 6º Grupamento
de Bombeiros (GB)".
A Tribuna, 01/06/2000
"O PIE já foi acionado em dois incêndios ocorridos
(...) na Ilha Barnabé. Nas duas ocasiões, o plano
não teve falhas e o fogo foi controlado."
A Tribuna, 01/06/2000